Lição 13 – A Prática da Adoração – A doutrina dos Apóstolos

Adoração e doutrina apoiam-se mutuamente, porque um culto oferecido na ignorância evapora (Jo 4.22; At 17.23), carece de substância e de verdade.

Jesus convocou seus discípulos a “discipularem todas as nações” Mt 28.19.

Dentro do culto na igreja primitiva, os novos discípulos recebiam a orientação sobre a vida consagrada, que glorifica a Deus (1Pe 1.16, “Sede santos porque eu sou santo”). Quando os assistentes novatos, no culto da igreja de Jerusalém ou Antioquia, ouviram pela primeira vez: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma” (Mt 11.28-30), certamente sentiram o impulso do Espírito para renovarem sua confiança em Jesus, e queriam entender num sentido prático o que significaria levar o “julgo suave” e o ‘fardo leve” do senhor (v.30).

O ensino divulgado nos cultos da igreja primitiva encontrou seu tema central em Jesus Cristo. O desafio daquele doutrinamento era conhecer ao Senhor que é “o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo a quem ele enviou” (Jo 17.3). À medida que esse conhecimento de Deus crescia (Cl 1.10), esperava-se que os membros da igreja manifestassem “pleno conhecimento da sua vontade, em toda sabedoria e entendimento espiritual; a fim de viverem de modo digno do Senhor, para o seu inteiro agrado…” (Cl 1.9-10). O ensino dos apóstolos tinha como alvo prioritário “dar a conhecer qual seja a riqueza da glória deste mistério entre os gentios, isto é, Cristo em vós, a esperança da glória; o qual anuncia-nos, advertindo todo homem perfeito em Cristo” (Cl 1.27-29). O culto servia como instrumento que levava à maturidade.

Se os adoradores não se aproximam com fé e inspiração, na hora em que Deus deve falar por intermédio dos seus servos, o efeito de um recado vindo do Senhor pode sumir como água na areia. Fé, em Hebreus, significa compromisso, dedicação e disposição para cumprir as ordens do Senhor. O capítulo 11 foi inserido em Hebreus para interpretar o significado da fé na vida prática dos heróis do AT. Assim eram incentivados os irmãos congregados para adorarem o “Deus dos antigos”. “Concluímos que a fé é despertada pela mensagem, e a mensagem que desperta a fé vem por intermédio da palavra de Cristo” (Rm 10.17).

Quem ama o Senhor irá alegremente à sua lei, visando buscar a vontade divina. A lei de Deus preservada nas Escrituras e a vontade divina são uma só; a primeira é a manifestação externa da outra. Não deve existir um estudo bíblico que não conduza o adorador à comunhão e à obediência.

Fonte: Adoração Bíblica – Russell Shedd

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