Gibson ES-175 …
Função Harmônica
A função harmônica é a posição que se dá ao acorde dentro do campo harmônico.
Função Tônica: Possui características de conclusão.
O principal acorde é o primeiro grau do campo harmônico que também pode ser substituído pelos VI e III graus.
Função Subdominante: Possui características de um acorede meio “tenso” porque está entre as funções Tônica e Dominante.
O principal acorde é o IV grau, e pode ser substituído pelo II grau.
Função Dominante: Possui características de grande tensão.
O principal acorde é o V grau, podendo ser substituído pelo VII grau.
Resumo
I7M - função tonica
IIIm7 - função tônica
VIm7 - função tônica
IIm7 - função subdominante
IV7M - função subdominante
V7 - função dominante
VIIm7 (b5) - função dominante
Progressão Coltrane
John Coltrane, por meio de composições originais como “Giant Steps” e “Countdown”, do álbum Giant Steps, e arranjos de standards como “But Not For Me” no álbum My Favorite Things, ficou conhecido por usar uma progressão particularmente complexa que é geralmente chamada de progressão Coltrane, embora ele não tenha sido o primeiro ou único músico a fazer uso delas.
A característica básica da progressão Coltrane é o movimento de tonalidade por terças maiores. A progressão de “Giant Steps” é a seguinte:
|| Bmaj7 D7 | Gmaj7 Bb7 | Ebmaj7 | Am7 D7 | | Gmaj7 Bb7 | Ebmaj7 F#7 | Bmaj7 | Fm7 Bb7 | | Ebmaj7 | Am7 D7 | Gmaj7 | C#m7 F#7 | | Bmaj7 | Fm7 Bb7 | Ebmaj7 | C#m7 F#7 ||
O primeiro centro tonal aqui é o Si, depois Sol, em seguida Mi Bemol, e ele continua a mover-se em ciclo por essas três tonalidades, que estão a uma terça maior de distância.
Coltrane conseguiu desenvolver essa idéia de várias maneiras. Por exemplo, ele a usou como um substituto para uma progressão ii-V normal. A progressão de “Countdown” é baseada por alto na progressão da composição de Miles Davis chamada “Tune-up”. Essa música começa com a seguinte progressão de quatro compassos:
| Em7 | A7 | Dmaj7 | Dmaj7 |,
que é uma manjada progressão ii-V-I em Ré Maior. Os primeiro quatro compassos de “Countdown” são:
| Em7 F7 | Bbmaj7 Db7 | Gbmaj7 A7 | Dmaj7 |.
Coltrane começa com o mesmo acorde ii, e depois modula para o acorde de sétima da dominante meio-tom acima. A partir daí, ele inicia o ciclo de terças maiores, passando do tom Si Bemol para Sol Bemol e voltando finalmente a Ré. Os quatro compassos seguintes da música são idênticos harmonicamente, exceto que estão baseados num ii-V em Dó; os quatro compassos seguintes são a mesma coisa em Si Bemol. Solar sobre uma progressão Coltrane pode ser um desafio, já que o centro tonal aparente muda tanto. Não dá para simplesmente tocar uma única escala diatônica sobre vários compassos. As músicas geralmente são tocadas em andamentos rápidos, e também é fácil cair na armadilha de não se tocar nada além de arpejos que delineiem os acordes. Você precisa tentar ficar bastante atento e se lembrar de tocar melodicamente quando estiver solando sobre uma progressão tão complexa como é a progressão Coltrane.
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Progressão “I Got Rhythm”
A música “I Got Rhythm”, de George Gershwin, é a fonte de uma das progressões harmônicas mais populares da era do bebop, perdendo somente para a progressão de blues. Essa forma é chamada pelos músicos de jazz simplesmente de progressão Rhythm (em inglês, “Rhythm changes”). Como acontece com a progressão de blues, há muitas possíveis variações sobre a progressão Rhythm. A maioria das músicas baseadas na progressão Rhythm é tocada no tom Si Bemol, e em andamentos muito rápidos, geralmente bem acima de 200 batimentos por minuto. Essas músicas têm uma forma AABA de 32 compassos baseada na seguinte progressão de acordes:
Parte A
|| Bbmaj7 G7 | Cm7 F7 | Bbmaj7 G7 | Cm7 F7 | | Fm7 Bb7 | Ebmaj7 Ab7 | Dm7 G7 | Cm7 F7 || A || Bbmaj7 G7 | Cm7 F7 | Bbmaj7 G7 | Cm7 F7 | | Fm7 Bb7 | Ebmaj7 Ab7 | Cm7 F7 | Bbmaj7 ||
Parte B
|| Am7 | D7 | Dm7 | G7 | | Gm7 | C7 | Cm7 | F7 || A || Bbmaj7 G7 | Cm7 F7 | Bbmaj7 G7 | Cm7 F7 | | Fm7 Bb7 | Ebmaj7 Ab7 | Cm7 F7 | Bbmaj7 ||
Essa progressão contém muitas progressões ii-V. Qualquer uma das alterações comuns descritas no trecho sobre progressões ii-V acima podem ser usadas quando se está tocando sobre uma progressão Rhythm. Muitas músicas contêm ligeiras alterações dessa progressão básica, especialmente nos últimos quatro compassos das seções A. Algumas das alterações comuns são substituir o segundo acorde G7 por um acorde diminuto Bdim, ou substituir o quinto acorde Bbmaj7 pelo Dm7. A primeira substituição já foi descrita quando falamos da escala diminuta. A segunda troca um acorde I por um acorde iii, que têm três das quatro notas em comum, e cujas respectivas escalas diferem somente em uma nota. Além disso, o Dm7 e o G7 que o seguem formam um ii-V em Dó Menor, por isso essa é uma substituição especialmente forte harmonicamente.
As características importantes da progressão Rhythm são as repetidas seqüências I-VI-ii-V (ou substitutos) nos primeiros quatro compassos das seções A, e os movimentos básicos da tonalidade em quintas na ponte, conduzindo de volta à tônica original da última seção A. Se você quer virar um músico improvisador, deve ficar fluente na progressão Rhythm básica, especialmente no tom Si Bemol, e ficar familiar com as variações particulares associadas com músicas específicas. Essa também é uma boa oportunidade de testar o que você aprendeu sobre o ii-V, e de praticar tocar em andamentos rápidos.
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Progressão Blues
O termo “blues” é um tanto sobrecarregado, descrevendo tanto um estilo geral de música e uma categoria mais específica de progressões harmônicas, como também seu sentido coloquial de um sentimento de tristeza ou melancolia, como na frase “I’ve got the blues” (Estou triste). O blues como um estilo tem uma rica história que está além do escopo desta Introdução. A forma básica de blues de 12 compassos foi mencionada anteriormente. Em sua forma original, ainda tocada geralmente na música rock e R&B, somente três acordes são usados: o acorde I, o acorde IV, e o acorde V. A progressão básica do blues é a seguinte:
|| I | I | I | I | IV | IV | I | I |V | IV | I | I ||
que, no tom de Fá, gera:
|| F | F | F | F | Bb | Bb | F | F | C | Bb | F | F ||.
Os acordes são geralmente tocados todos como acordes de sétima da dominante, embora eles não estejam de fato funcionando como acordes da dominante, já que eles não resolvem numa tônica. A escala de blues em Fá pode ser tocada sobre toda essa progressão. Embora a progressão de blues possa ser tocada em qualquer tom, os tons mais populares entre músicos de jazz parecem ser Fá, Si Bemol, e Mi Bemol, enquanto músicos de rock geralmente preferem Mi, Lá, Ré ou Sol. Isso tem muito a ver com a maneira como os instrumentos são afinados. Os instrumentos mais usados no jazz, como o trompete e os vários membros da família do saxofone, são geralmente afinados em Si Bemol ou Mi Bemol, o que significa que um “Dó” na pauta, quando tocado nesses instrumentos, soa na verdade como um Si Bemol ou um Mi Bemol, respectivamente. A música escrita para esses instrumentos é portanto transposta. As posições dos dedos nesses instrumentos favorecem tocar em Dó, que é na verdade Si Bemol ou Mi Bemol, dependendo do instrumento. As guitarras tendem a dominar a música rock, e as guitarras são afinadas para favorecer os tons que contêm sustenidos. Tocar a escala de blues sobre a progressão básica de três acordes de blues num contexto de jazz envelhece muito rapidamente. A partir da Era do Swing, e mais notavelmente na Era do Bebop, os músicos começaram a adicionar elementos a essa fórmula simples. Uma adaptação comum da progressão de blues, que ainda é considerada o padrão para sessões de improviso de jazz (”jazz jam sessions”), é a seguinte:
|| F7 | Bb7 | F7 | F7 | | Bb7 | Bb7 | F7 | D7alt | | Gm7 | C7 | F7 | C7 |.
Essa progressão oferece uma gama maior de possibilidades de escala do que a progressão básica de blues de três acordes. Por exemplo, os compassos 8 e 9 formam um V-i em Sol menor, e os compassos 9 a 11 formam um ii-V-I em Fá.A idéia de adicionar o ii-V à progressão de blues resulta em mais variações. Tomemos por exemplo o seguinte: || F7 | Bb7 | F7 | Cm7 F7 | | Bb7 | Bdim | F7 | Am7b5 D7alt | | Gm7 | C7alt | F7 D7alt | Gm7 C7alt |.
Essa progressão em particular é especialmente comum no bebop e nos estilos posteriores. Observe a substituição de um ii-V-I em Si Bemol nos compassos 4 a 5, um ii-V-i em Sol Menor nos compassos 8 a 9, e um V-i em Sol Menor nos compassos 11 a 12. Observe também o acorde diminuto no compasso 6. Esse acorde diminuto está servindo como um substituto para o acorde de sétima da dominante, já que tanto o Bdim quanto o Bb7b9 compartilham da mesma escala Si Bemol Diminuta Semitom-Tom (Si Tom-Semitom). Essa mesma substituição pode ser feita na segunda metade do compasso 2. Outras variações podem ser feitas usando substituições pelo trítono. Por exemplo, Ab7 pode ser tocado no lugar do D7alt na segunda metade do compasso 8. Você pode também mudar a qualidade dos acordes, substituindo por exemplo esse Ab7 por um Abm7. Outra substituição comum é um A7alt no lugar do F7 no compasso 11. Essa substituição funciona porque os acordes compartilham várias notas, entre elas a tônica, Fá, e porque o A7alt forma parte de uma progressão II-V-i em Sol Menor com o D7alt e o Gm7 que vêm em seguida. Charlie Parker levou esses tipos de substituições a um extremo em “Blues For Alice”. A progressão harmônica dessa música é a seguinte:
|| Fmaj7 | Em7b5 A7b9 | Dm7 G7 | Cm7 F7 | | Bb7 | Bbm7 Eb7 | Am7 D7 | Abm7 Db7 | | Gm7 | C7 | Fmaj7 D7alt | Gm7 C7|.
Essa progressão usa a maioria das técnicas descritas acima. Pode ser uma boa você se dedicar a tocar com essa progressão por um tempo.
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Tonalidade Maior e Menor
Tonalidade Maior
Numa tonalidade maior, a progressão ii-V-I consiste de um acorde de sétima menor, um acorde de sétima da dominante, e um acorde de sétima maior. As primeiras escolhas de escala que você aprendeu para esses acordes são a dórica, a mixolídia, e a maior. No tom Dó, os acordes são Dm7 - G7 - Cmaj7, e as escalas associadas serão então Ré Dórico, Sol Mixolídio, e Dó Maior.
Como pode ter notado, esses são todos modos da mesma escala Dó Maior. Por isso quando você vê uma progressão ii-V numa tonalidade maior, pode tocar a escala maior do acorde I em toda a progressão. Isso deixa um tanto mais fácil construir linhas que conduzam de um acorde ao próximo, ou transcendam os acordes individuais. Esse tipo de progressão, em que as escalas associadas com cada um dos acordes são seus respectivos modos, é chamado de progressão diatônica.
Embora seja fácil tocar sobre progressões diatônicas, elas podem rapidamente ficar maçantes, já que você está tocando as mesmas sete notas durante um grande período de tempo. Você pode adicionar um pouco de variedade usando uma das outras escalas associadas com cada acorde, como Ré Menor, Sol Dominante Alterado e Dó Lídio.
A maneira mais comum de aumentar o interesse numa progressão ii-V é alterar o acorde da dominante (V). Geralmente a alteração já vai estar especificada para você, mas mesmo quando não estiver, você geralmente, tem a liberdade de acrescentar alterações a acordes da dominante. Ajuda se o solista e os acompanhantes estiverem tocando as mesmas alterações, mas isso nem sempre é prático quando se improvisa, a menos que seu acompanhante tenha ouvidos incríveis e consiga notar as alterações que você estiver fazendo! No tom de Dó, você pode substituir o acorde G7 por um G7#11, um G7alt, um G7b9b5, ou um acorde G7#5, os quais ainda preenchem a função de dominante em Dó, mas implicam escalas diferentes. Por exemplo, se você escolher G7#11, a progressão então vira Ré Dórico, Sol Lídio Dominante, Dó Maior.
Outra alteração possível à dominante é chamada de substituição pelo trítono. Isso significa substituir o acorde da dominante por um acorde de sétima da dominante a um trítono de distância. No tom de Dó, isso significa substituir o G7 por um Db7. Pode parecer estranho, mas há alguns motivos muito bons pelos quais isso funciona. A terça e a sétima de um acorde são as duas notas mais importantes na definição da sonoridade e da função de um acorde. Se você olhar um acorde Db7, verá que ele contém Ré Bemol, Fá, Lá Bemol, e Si, que são respectivamente b5, 7, b9, e a 3 de um acorde G7. A terça e a sétima do acorde G7 (Si e Fá) tornam-se a sétima e a terça do acorde Db7. Assim, o Db7 é muito similar a um acorde G7b9b5 em sonoridade e função. Além disso, a resolução melódica de Ré Bemol para Dó no baixo é muito forte, funcionando quase como um tom de passagem. Uma vez que você tenha feito a substituição do acorde, pode então tocar qualquer escala associada com o acorde Db7, por exemplo, resultando numa progressão de Ré Dórico, Ré Bemol Mixolídio, Dó Maior. Usar uma outra escala que não a mixolídia vai gerar algumas coisas surpreendentes. Tente uma escala Ré Bemol Lídia Dominante, que implica um acorde Db7#11 para a dominante substituta. Parece ou soa familiar? É o que deve, porque as escalas Ré Bemol Lídio Dominante e Sol Alterado são ambas modos da mesma escala Lá Bemol Menor Melódica.
Quando você toca linhas baseadas em Ré Bemol Lídio Dominante, está tocando linhas que também são compatíveis com Sol Alterado. Por outro lado, Ré Bemol Alterado e Sol Lídio Dominante são ambos modos da mesma escala Ré Menor Melódica, e podem ser usadas indistintamente. Além disso, as escalas diminutas semitom-tom de Ré Bemol e Sol são idênticas, do mesmo modo que as respectivas escalas de tons inteiros. Esses são outros motivos pelos quais a substituição pelo trítono funciona tão bem.
Tonalidade Menor
Progressões ii-V numa tonalidade menor geralmente não sofrem do problema de soar muito diatônicas. Como a menor harmônica é normalmente usada para gerar progressões de acordes na tonalidade menor, uma progressão ii-V em Lá Menor pode consistir de | Bm7b5 E7 | Am-maj7 |. Se tentarmos montar um acorde de nona a partir do E7, veremos que o Fá natural no tom de Lá Menor Harmônico gera um acorde E7b9. Sem muita alteração especial, essa progressão pode implicar uma Si Lócria, Mi diminuta ST, e Lá Menor Melódica. Essas escalas são ricas o bastante para não precisar de alterações adicionais.Entretanto, a maioria das técnicas usadas na tonalidade, maior podem ser usadas numa tonalidade menor. Podemos usar as escalas menores melódica ou harmônica a partir do acorde i, ou a escala bebop maior a partir de sua relativa maior, sobre toda a progressão. Podemos usar uma variação diferente do acorde E7, como E7alt ou E7+, ou até mesmo E7sus; podemos fazer uma substituição pelo trítono que vai gerar um Bb7; e assim por diante. Podemos também substituir os acordes ii, por exemplo, usando a escala lócria com segunda maior, ou substituir o Bm7b5 por um acorde Bm7 normal, em que o Fá Sustenido vem do tom Lá Menor Melódico em vez do Lá Menor Harmônico. Se fôssemos montar um acorde de nona, o Dó natural no tom Lá Menor Melódico geraria um acorde Bm7b9, que implica uma escala Si Frígia. Podemos até trocar o acorde Bm (ii) por um acorde B7 (II), especialmente um acorde B7alt, que contém o Ré do acorde Bm. Podemos também alterar o acorde i, substituindo-o por um acorde Am7 simples, e usar qualquer das várias possíveis escalas associadas com esse acorde, como Lá Menor, Lá Frígia, Lá Menor Pentatônica, e assim por diante. Se você quiser saber mais, deixe o seu comentário.
ii-V
A progressão de acordes mais importante do jazz é a ii-V, que pode ou não resolver em I. A maioria das músicas tem progressões ii-V, em vários tons, espalhadas por ela. Por exemplo, tomemos a seguinte progressão de acordes:
| Cmaj7 | Dm7 G7 | Em7 | A7 | Dm7 | G7 | Cmaj7 |.
Há três progressões ii-V aqui. O compasso 2 forma um ii-V no tom de Dó, embora não haja o próprio acorde C (I) no compasso 3. Os compassos 3 a 5 formam um ii-V-I no tom Ré Menor, e os compassos 5 a 7 formam um ii-V-I em Dó novamente.
Acorde Dominante
Acordes Dominantes sem alterações e alterados.
Os acordes dominantes sem alterações são: X7, X7(9), X7(13), X7(9,13), Xsus4, etc. Estes acordes tem tensões naturais, suas notas são as mesmas utilizadas nas escalas dos acordes que formam o campo harmônico onde ele está inserido.
Os acordes dominantes alterados têm suas tensões ajustadas conforme a necessidade harmônica ou gosto do arranjador. Os acordes dominantes alterados podem ter tensões b9, #9, #11 ou b5, #5 ou b13.
Sobreposição de tríades sobre acordes dominantes.
1) X7 sem alterações (C7, C7(9), C7(13), C7sus4)
Para esses acordes podemos usar:
- tríade de C maior -C,E, G, respectivamente a T, 3M e 5J do acorde;
- tríade de Bb maior - Bb,D,F , respectivamente a 7m, 9 e 11 do acorde;
- tétrade de Gm7 - G,Bb,D e F , respectivamente a 5j,7m,9 e 11 do acorde.
2) Dominantes alterados (C7(b9), C7(#9), C7(#11), C7(b13), etc.)
Algumas sobreposições interessantes:
- tríade de Cmaior - C, E, G (T,3M e 5J)
- tríade de Dmaior - D, F# e A ( 9, #11 e 13)
- tríade de Gb maior - Gb, Bb e Db (#11, 7m e b9)
- tríade de Ab maior - Ab, C, Eb (b13, T e #9)
- tríade de Eb maior - Eb, G, Bb (#9, 5J e 7m)
- tríade de A maior -A, C , E (13, T, 3M)
- tétrade de Bb m7(b5)- Bb,Db,Fb e Ab (7m,b9,3M e b13)
- tétrades Db , E, G e Bb diminutas -Db, E, G e Bb (b9, 3M, 5J e 7m)
Improvisando …
Uma vez que você tenha alguma idéia da associação entre as cifras dos acordes e as escalas, e como desenvolver uma linha melódica, você pode começar a improvisar sobre progressões harmônicas.
Em situações de palco, a seção rítmica estará delineando as progressões harmônicas no tempo, enquanto você toca linhas melódicas improvisadas baseadas nas escalas que lhe são associadas. Geralmente haverá mudança de acorde a cada compasso, e você precisa ficar trocando de escala para acompanhar. Entretanto, você não deve pensar um acorde de cada vez. Você deve ficar tentando construir linhas que levem de um acorde ao próximo.
A terça e a sétima de cada acorde são as notas que mais definem o som do acorde. Se você enfatizar essas notas em sua improvisação, vai ajudar a garantir que suas linhas melódicas vão implicar a progressão harmônica com precisão. Por outro lado, se você enfatizar os outros tons da escala, pode adicionar uma riqueza harmônica aos sons. Você também é livre para usar notas que nem sequer estejam na escala. Músicos de bebop geralmente usam uma técnica chamada “enclosure”, em que uma nota alvo é precedida por notas meio tom abaixo e acima, algo como uma apojatura sucessiva. Isso é relacionado à idéia de uma nota sensível, exceto que, no “enclosure”, o cromatismo é usado para enfatizar ou retardar uma nota específica, em vez de para conectar duas outras notas. Outros tons de fora da escala podem ser utilizados quando você achar interessante. Embora haja muitas progressões harmônicas, há umas poucas peças fundamentais que representam muitas das progressões que você verá.
Se você familiarizar-se com essas mudanças básicas, estará bem encaminhado para conseguir tocar sobre qualquer conjunto de progressões que possa aparecer no seu caminho. Os músicos devem praticar as progressões harmônicas descritas abaixo em todos os doze tons para ganhar a maior fluência possível. Você pode tentar alguns fraseados específicos nessas progressões, mas o mais importante é que você deve simplesmente explorar muitas idéias diferentes sobre cada progressão de modo que torne-se confortável improvisar verdadeiramente sobre elas, em vez de simplesmente tocar fraseados prontos com os quais se sinta confortável naquele tom. Você deve experimentar diferentes abordagens e aprender como encaixar sua escolha de notas para um dado tipo de acorde numa determinada situação para a sonoridade que você está tentando alcançar. Além de ler sobre esses conceitos, você deve buscar ouvir especificamente essas técnicas sendo aplicadas por outros músicos. Os músicos de jazz mais populares dos anos 50, Miles Davis, Clifford Brown, Sonny Rollins, John Coltrane, Cannonball Adderly, Art Pepper, Red Garland, Hank Jones, Herb Ellis, Joe Pass, Paul Chambers e Ray Brown, são um bom ponto de partida. Qualquer álbum dessa época com um ou mais desses músicos é recomendado para se aprender a respeito de improvisação sobre progressões de acordes.
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Progressões Harmônicas
A música tonal usa freqüentemente clichês harmônicos chamados de Progressões Harmônicas. As progressões mais comuns são:
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Fotos
Violão do Pr. Edilson…
Viva melhor…
… com as dicas abaixo. Elas ajudam a mudar a postura e a forma de enxergar o mundo.
O Boss SD-2…
… foi vendido de Abril de 1993 a Dezembro de 1998.
O SD-2 tem dois circuitos totalmente diferentes e independentes.
O modo LEAD produz uma um som pesado e com bastante sustentação. Este modo lembra amplificadores de alto-ganho.
O modo CRUNCH tem um som gordo e é excelente para blues e Rock n’ Roll. Ele baseado no Ibanez Tubescreamer TS9.
Com um foot swith é possível selecionar entre os dois modos, extraindo o máximo deste maravilhoso pedal.
Myspace…
Coro Mensagem da Vida…
… regido por mim no culto de comemoração pelos 50 anos da Igreja Presbiteriana de Macaé.
Coro de 50 vozes regido por Gleison Nascimeto.
Tags: coro mensagem da vida
Joe Pass…
Donna Lee
Joe Pass…
Jazz de primeira linha.
Agenda
Cantata de Natal…
… na Igreja Presbiteriana de Macaé.
No dia 24 tivemos a participação de mais de 70 pessoas no coro! Foi realmente fantástico!
Aproveito para agradecer a todos os envolvidos, banda, cantores, equipe de som, coreógrafos e, figurinistas, pela dedicação e esmero nos ensaios e na preparação daquela cantata.
Veja a matéria do Walber Luiz e algumas fotos da cantata no site Macaé News. Clique aqui…
Deus abençoe a todos.
Um feliz natal, pois Jesus nasceu!
Congresso de Adoração e Artes
Clique em “leia o resto deste post” para maiores detalhes.
Fotos de Alagamento em Macaé
Vídeo de Allan Holdsworth…
… tocando Metal Fatigue. Extraordinário!
Eu saí da banda Mediador…
… para dedicar-me a outros projetos.
A saída do Jeffeson fez com que a banda parasse e refletisse sobre seus planos para o futuro.
Orei pedindo a Deus para que abrisse meus olhos para enxergar o que Ele queria.
Retomei minhas atividades no ministério de música, e tenho observado as portas se abrindo em várias áreas de minha igreja.
A Igreja Presbiteriana de Macaé acabou de passar por uma sucessão pastoral. Seu novo pastor é Edílson Botelho. É um momento novo para muitos de nós. Creio que devo estar à disposição para atuar em outras atividades dentro de minha comunidade.
Peço a Deus que continue abençoando a banda Mediador, que mostre as pessoas certas para o trabalho e que fortaleça a vida de cada um dos meus amigos.
Obrigado a todos.
Apologia à droga…
… em filme Brasileiro.
Neste fim de semana eu vi alguns filmes, dentre eles um filme brasileiro chamado “ Árido Movie ”. O filme narra a trajetória de Jonas, um apresentador da previsão do tempo em um canal de televisão em São Paulo.
Fiquei desapontado com o que o país chama de cultura. O filme faz abertamente apologia à droga. Em uma cena o ator Selton Mello ensina como fazer um cigarro de maconha! Em outra cena os atores comentam, no intuito de justificar o consumo do entorpecente, que a maconha faz menos mal que o álcool. Sem contar as cenas de sexo, comuns em filmes nacionais, totalmente apelativas e fora de propósito na história do filme.
Não sou entendedor de cinema, mas causa-me estranheza a participaram de investidores como o governo de Pernambuco, a Funcultura de Pernambuco, a Fundarp, a Prefeitura de Recife, além do patrocínio da Eletrobrás, Petrobras, BNDES e Banco do Nordeste neste projeto.
Este filme ganhou vários prêmios… Caramba. Acho que eu não entendo nada de cinema!
Árido Movie. Brasil, 2006, 16 anos, 1h58. Direção: Lirio Ferreira. Elenco: Guilherme Weber, Giulia Gam, Selton Melo, José Dumont, Matheus Nachtergaele
Vídeo de Jazz…
… com meu antigo professor, Isidoro Kutino (guitarra semi-acústica), tocando Spain de Chick Corea lá no café cultural do humaitá no dia 8 de setembro de 2007.
Davi Iceman - Contrabaixo Fretless de 6 cordas
Márcio Schwartz - Guitarra
Letícia Andrade - Drums
Isidoro Kutno - Guitarra
Lana - Gaita de Folle
Brasil é o país que menos investe em educação,…
…entre os 36 pesquisados pela OCDE
Wellton Máximo
Repórter da Agência Brasil - 18 de Setembro de 2007
Brasília - O Brasil investe pouco em educação e distribui mal aquilo que gasta. A conclusão está no relatório Educação num Olhar 2007, divulgado hoje (1
pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). De 36 países desenvolvidos e em desenvolvimento pesquisados pela entidade, o Brasil é o que menos emprega recursos para a área. Em relação ao gasto por estudante, o país ficou em último lugar, com US$ 1.303 investidos por ano. A quantia equivale a 17,2% da média dos gastos dos países da OCDE, de US$ 7.572 anuais por aluno, e representa pouco mais de um décimo do investido pelos Estados Unidos, que lideram a lista com US$ 12.082. O Chile, único país sul-americano além do Brasil incluído no levantamento, investe US$ 2.864 e ficou em 32º lugar.
No caso do Brasil, o estudo revela ainda disparidades no gasto conforme os níveis de ensino. Segundo o relatório, o país foi o que apresentou a maior diferença entre os gastos na educação básica e no nível superior. Nos gastos por aluno no ensino médio, o Brasil está em último lugar, com US$ 1.033, e em penúltimo nos investimentos em ensino fundamental, com US$ 1.159, à frente apenas da Turquia. As universidades brasileiras, no entanto, vivem situação bem diferente. O investimento brasileiro é de US$ 9.019 por estudante, o suficiente para garantir a 18ª posição na lista da OCDE, ao lado de nações desenvolvidas como a Espanha (US$ 9.37
e a Irlanda (US$ 10.211). A quantia inclusive supera os gastos por universitário na Nova Zelândia, na Itália e em Portugal. O Brasil investe mais nessa área que a Coréia do Sul, onde é de US$ 7.095 o desembolso anual por aluno no nível superior.
Na comparação dos gastos com a riqueza do país, o Brasil aplica apenas 3,9% do Produto Interno Bruto (PIB) na educação, o suficiente para estar à frente da Rússia (3,6%) e da Grécia (3,4%), os últimos colocados. Quem lidera o ranking é Israel, onde os investimentos em educação chegam a 8,3% do PIB, seguido pela Irlanda (8%).
O estudo mostrou ainda a baixa qualificação da população do país: 57% dos brasileiros com 25 a 64 anos só têm até o nível primário. Apenas a Turquia, com 63%, e Portugal, com 59%, apresentam índices piores. Entre os países pesquisados, o Brasil também foi o que apresentou o menor percentual de estudantes no ensino superior (8%). No Canadá, que ficou em primeiro lugar, os universitários chegam a 46% da população.
Procurado pela Agência Brasil, o Ministério da Educação informou que o responsável por comentar a pesquisa não estava em Brasília.
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Bolsa Família? PAC? PRONAF? Primeiro Emprego? Cotas nas Universidades?
Tudo isso é só paliativo, o que de fato faz um país crescer é a educação, e para isso é necessário a aplicação de recursos durante os próximos 30 anos. É preciso começar agora com os alunos do ensino fundamental e levá-los até a universidade, com uma formação de alto nível, prontos para gerarem novas tecnologias e com capacidade para mudar a história desse país.
TU-15…
… Chromatic Tuner da Boss. Este, meu camarada Estevão comprou nos “States”.
O TU-15 tem uma precisão excelente, a variação é mínima, apenas 1 centésimo É o afinador mais preciso do mercado. O TU-15 vem equipado com as novas funções “Accu-Pitch” e “Octave Adjust” - além dos populares “Drop D”, “Open” e “Flat Tunnings”. Seu grande display “LCD” e sua agulha de precisão facilitam a afinação, tornando-a extremamente confiável.
Valeu Estevão! Muito obrigado.
Excursão para Expomusic
Para CD ou DVD Riscado…
…, banana é a solução.
Quem diria que a mais humilde das frutas, a tropicalíssima banana, pode ajudar os geeks de plantão a acessarem dados importantes armazenados em CDs ou DVDs que, por terem algumas manchas e pequenos riscos, vivem dando pau nos drivers de leitura. O vídeo abaixo mostra como é possível limpar a superfície de mídias ópticas utilizando o óleo presente na fruta, o qual é parcialmente limpo com a casca da mesma. A notícia é do site Core77.







